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quinta-feira, 29 de setembro de 2011

«Meu Querido Cromo» o diário da rapariga mais divertida do mundo, está de volta!!! - Clube do Autor

MEU QUERIDO CROMO, está de volta!

O 2º livro da divertida coleção que é um fenómeno internacional
 

Fenómeno Internacional * Bestseller do New York Times


Meu querido cromo está de volta! Jamie, a rapariga mais divertida do mundo, continua a partilhar no seu diário, o cromo, as peripécias hilariantes que vive na Escola Preparatória Carapau.

É incrível como um único par de calças pode ter tanta influência no Universo. Depois de vestir as calças de ganga mais fixes de sempre, Jamie sentia-se a rapariga mais bonita à face da Terra. Só que, afinal, as calças têm vida própria e desejos muitos esquisitos… Estão Assombradas!!!!!

Querido Cromo,

A Isabella disse que não foi a transformação que aumentou a Popularidade da Margaret e nos empurrou para o fundo da escala. Foram as calças. Também garantiu que não foi o meu grito na aula de Ciências que me fez trocar de novo de parceiro de laboratório e me juntar com o Famoso Palerma, Mike Pinsetti. Foram as calças. E disse que não fui eu quem fiz vocês-sabem-o-quê para cima do Hudson Rivers. FORAM AS CALÇAS!

Depois de Meu querido cromo, vamos fazer de conta que isto nunca aconteceu, chega agora Meu querido cromo, as minhas calças estão assombradas, e as aventuras de Jamie com as suas amigas parvas fazem deste divertido livro um fenómeno internacional.

Sobre Jim Benton

Jim Benton não é uma rapariga e não frequenta o segundo ciclo. Mas, por favor, não levem a mal. Afinal, consegue ganhar a vida sendo bastante divertido. Benton é o criador de vários êxitos, tanto para adultos como para jovens, que vão desde livros a séries televisivas. Mora em Michigan com a mulher e os filhos e não tem um cão, muito menos um vingativo beagle.

Meu querido cromo é o seu mais recente fenómeno, uma série já com 12 livros.

P.S. – A Jamie não faz ideia de que tu, ou alguém, lê os seus diários. Então, por favor, por favor, não lhe digas nada.

Informação Técnica

Meu querido cromo, as minhas calças estão assombradas!

Jim Benton

Tradução Dina Antunes

PVP: 9,90 € • 152 Páginas

DE OLHOS POUSADOS EM DEUS - Clube do Autor

DE OLHOS POUSADOS EM DEUS

«Zora Neale Hurston é uma das maiores escritoras do nosso tempo»

Toni Morrison – Prémio Nobel da Literatura, 1993

 

«De Olhos Pousados em Deus faz parte da categoria que inclui as obras de William Faulkner, F. Scott Fitzgerald e Ernest Hemningway: a categoria da literatura eterna.» Saturday Review

De Olhos Pousados em Deus, uma das mais importantes obras da literatura americana do século XX, é uma tocante história de amor passada no Sul dos Estados Unidos que brilha pela sua inteligência, beleza e uma sensatez sentida.

Contada pela voz cativante de uma mulher que se recusa a viver na dor, na amargura ou no medo, De Olhos Pousados em Deus apresenta-nos Janie Crawford, uma mulher negra de pensamentos e sentimentos profundos, que embarca numa demanda em busca do seu verdadeiro eu.

A viagem de Janie inicia-se aos dezasseis anos, quando a avó moribunda a obriga a casar com Logan Killicks, um homem mais velho que Janie despreza. Revoltando-se contra as tentativas de Logan em transformá-la numa moura de trabalho, Janie decide fugir com Joe Starks, um homem da cidade com grandes sonhos. Os dois seguem para Eatonville, onde, passado pouco tempo, Joe se transforma no seu presidente de Câmara, chefe dos correios e proprietário de terras.

Depois da morte de Joe, Janie apaixona-se por um trabalhador de espírito livre muito mais novo do que ela. Tea Cake é o verdadeiro amor de Janie e na sua companhia ela tem finalmente liberdade para se transformar nela mesma.

Uma verdadeira pérola literária, a obra de Hurston continua tão relevante e comovente hoje como quando foi publicada pela primeira vez, em 1937. Oprah Winfrey considera De Olhos Pousados em Deus a sua «história de amor favorita de todos os tempos». A admiração pelo romance levou Oprah a produzir uma adaptação televisiva do mesmo, tendo como actriz principal Halle Berry.

Sobre Zora Neale Hurston

Zora Neale Hurston, romancista e antropóloga, nasceu a 7 de Janeiro de 1891, em Notasulga, Alabama. Hurston mudou-se com a família para Eatonville, Florida, quando ainda era muito pequena e as suas obras não revelam qualquer recordação do início de vida no Alabama. Para Hurston, Eatonville sempre foi o seu lar.

Ao longo de uma carreira que se prolongou durante mais de trinta anos, Hurston escreveu quatro romances, dois livros sobre folclore, uma autobiografia, numerosos contos e vários ensaios, artigos e peças. Em 1937, publicou a sua obra-prima, De Olhos Pousados em Deus. Cinco anos mais tarde, aquando do lançamento da autobiografia Dust Tracks on a Road, a autora recebeu finalmente a aclamação que há muito lhe escapava, transformando-se numa referência da literatura americana do século XX.

Zora Neale Hurston morreu a 28 de Janeiro de 1960, aos sessenta e nove anos, vítima de uma apoplexia.

Informação Técnica

Zora Neale Huston

PVP: 15,80 € • 280 Páginas

terça-feira, 13 de setembro de 2011

A ÚLTIMA TESTEMUNHA DE AUSCHWITZ - 5ª nas livrarias

A ÚLTIMA TESTEMUNHA DE AUSCHWITZ

«Denis Avey é um herói numa era marcada pelo horror, um homem de princípios e corajoso.»

New York Times

«Um excelente testemunho de sobrevivência»

Publishers Weekly


Um relato em primeira mão do pesadelo vivido no campo de concentração de Auschwitz III

«Eu, soldado britânico e prisioneiro de guerra, protegido até agora pela Convenção de Genebra, olhei para a minha nova farda, umas roupas largas, disformes, com umas riscas azuis sujas e uma estrela amarela. Sob os olhares dos guardas das SS, cruzei os portões. Ao início de uma tarde de meados de 1944, entrei em Auschwitz III de livre vontade e por minha própria iniciativa.»

A Última Testemunha de Auschwitz é a história verdadeira e impressionante de um soldado britânico que entrou de livre vontade em Buna-Monowitz, o campo de concentração conhecido como Auschwitz III, para testemunhar na própria pele os horrores sofridos pelos judeus. A sua atitude acabaria ainda por ajudar a salvar um prisioneiro judeu…

No Verão de 1944, Denis Avey era um dos prisioneiros de guerra do campo de trabalho E715, próximo de Auschwitz III. Muito se ouvia falar da brutalidade aplicada aos prisioneiros judeus que aí estavam presos, mas Denis Avey queria certificar-se de que os boatos eram de facto verdadeiros. Tomou então a decisão de ir pessoalmente testemunhar tudo o que lhe fosse possível, colocando em risco a sua própria vida.

Denis Avey arquitectou um plano para trocar de lugar com um prisioneiro judeu e conseguiu infiltrar-se num dos sectores do campo. Passou lá a noite por duas vezes e viveu em primeira mão a crueldade de um lugar onde os trabalhadores escravos eram condenados à morte através do trabalho forçado.

Surpreendentemente, sobreviveu para testemunhar o período posterior à «marcha da morte», em que milhares de prisioneiros foram assassinados pelos nazis fugindo ao avanço do exército soviético. Após a sua própria caminhada através da Europa Central, foi repatriado para a Grã-Bretanha.

Durante décadas, não conseguiu revisitar o passado que lhe assombrava os sonhos, mas agora Denis Avey foi finalmente capaz de contar toda a história – tão apaixonante como comovente – oferecendo-nos uma visão única do íntimo de um homem comum cuja coragem é quase inacreditável.

Sobre Denis Avey

Denis Avey nasceu no Essex em 1919. Combateu no deserto durante a II Guerra Mundial, tendo sido capturado e mantido como prisioneiro de guerra num campo próximo de Auschwitz III. Em 2010, foi distinguido como um dos 27 Heróis Britânicos do Holocausto.

Rob Broomby é jornalista do BBC World Service, especializado em temas britânicos. Anteriormente, foi correspondente da BBC em Berlim e trabalha há mais de vinte anos como jornalista radiofónico, especialmente para a BBC Radio.

Informação Técnica

Denis Avey com Rob Broomby

Prefácio de Sir Martin Gilbert (Historiador)

PVP: 17,80 € • 328 Páginas

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Não podemos ver o vento - Clara Pinto Correia - 5ª Feira nas Livrarias

NÃO PODEMOS VER O VENTO

O novo romance de Clara Pinto Correia


Uma história arrepiante que revela os abismos da alma humana e os segredos mais bem guardados da nossa guerra

Não podemos ver o vento é o novo romance de uma das mais importantes escritoras portuguesas, que nos fala sobre os segredos mais bem guardados da guerra colonial em Moçambique. “Foi, sem sombra de dúvida, o trabalho de campo mais cansativo que alguma vez me meti por amor a um romance”, desabafa a autora.

Mariana, uma psicóloga ruiva de coração ardente e determinação férrea, está na casa dos trinta quando conhece Guilherme. Mãe de duas gémeas demasiado bonitas, atrevidas e curiosas para seu próprio bem, Mariana começa a frequentar o Solar de Turismo de Habitação que Guilherme dirige na Serra do Barroso para preencher de forma criativa e pedagógica os tempos livres das filhas. Estabelece rapidamente uma grande amizade com o proprietário e à medida que essa relação se vai estreitando começam a emergir os temas que lançarão a psicóloga na sua investigação sem retorno: a Guerra Colonial em Moçambique, a formação dos Grupos Especiais e dos Grupos Especiais Pára-Quedistas, as suas incríveis missões-relâmpago de contraguerrilha, o uso de estupefacientes fornecidos pelo próprio Exército Português, e outros segredos.

Não Podemos Ver o Vento é um puzzle em que as peças vão encaixando para revelar aspectos imprevistos dos abismos da alma humana e histórias verdadeiras de um dos segredos mais bem guardados da Guerra. A última peça do puzzle, no entanto, ao revelar o quadro na sua totalidade, também o modifica por completo: afinal havia ainda mais um segredo, o mais impressionante de todos, e desse nem Guilherme falou nem Mariana suspeitou. E não é que não tenha estado sempre à vista.

Sobre Clara Pinto Correia

Nasceu em Lisboa em 1960. É licenciada em Biologia da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. Em 1985 entrou como assistente para a Faculdade de Medicina, onde leccionou Embriologia e Biologia Celular. Doutorou-se em Biologia Celular, no ano de 1992, no Instituto de Investigação Científica Abel Salazar, depois de ter realizado o seu trabalho de investigação na State University of New York em Buffalo, EUA.

A partir de 1995 começou a trabalhar na Universidade Lusófona (Lisboa), onde foi vice-reitora até 2003. Montou e dirigiu a licenciatura em Biologia e o Mestrado em Biologia do Desenvolvimento até 2010. Foi também directora da pós-graduação em História da Ciência e da cadeira Ciência e Religião da licenciatura em Ciência das Religiões. Em 2004 prestou provas de agregação na Universidade de Lisboa, passando então a ser Professora Catedrática.

Presentemente é visiting scholar no Department of Biology no Amherst College, e membro do Centro de Estudos de História e Filosofia da Ciência. É também escritora, com mais de cinquenta títulos publicados, cronista e tradutora, tendo frequentemente trabalhado em rádio e televisão.

Informação Técnica

Não podemos ver o vento

Clara Pinto Correia

PVP: 16,80 € • 360 Páginas

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Romance inédito e clássico da literatura numa assentada só - NOVIDADES CLUBE DO AUTOR

A LIVRARIA

«Simultaneamente sábio e triste. Um livro vivamente recomendado.» Library Journal

«A leitura deste livro é um verdadeiro prazer.» Financial Times

«Uma narrativa maravilhosa e penetrante.» Times Literary Supplement

«Perfeito em todos os sentidos.» Kirkus Review

«Um livro magnífico, uma pequena jóia literária.» BBC Kaleidoscope

Pequeno no número de páginas mas enorme no que à aclamação popular diz respeito, este segundo romance de Penelope Fitzgerald foi o primeiro a figurar entre os finalistas do Booker Prize. A autora venceu o prémio em 1979 com Offshore.

Em 1959, Florence Green, uma viúva com uma pequena herança, arrisca tudo para abrir uma livraria na vila costeira de Hardborough. Depois de comprar o espaço, um velho edifício com fama de estar assombrado, e de vencer a resistência inicial, Florence decide colocar à venda o livro Lolita, de Nabokov, desencadeando um terramoto subtil mas devastador na pequena localidade.

A Livraria marca a estreia de Penelope Fitzgerald em Portugal.

Sobre Penelope Fitzgerald

Penelope Fitzgerald é uma das mais notáveis vozes da ficção britânica. Autora tardia, publicou o primeiro livro, uma biografia sobre o pintor Edward Burne-Jones, em 1975, a que se seguiu, dois anos depois, o seu primeiro romance, quando já tinha sessenta anos.

Depois de se licenciar em Somerville College, Oxford, trabalhou na BBC; durante a guerra, foi editora de um jornal literário, geriu uma livraria e ensinou em várias escolas, incluindo uma de teatro.

Autora de nove romances, três dos quais — A Livraria, The Beginning of Spring e The Gate of Angels — estiveram na shortlist para o Booker Prize, Fitzgerald foi finalmente distinguida com o Booker Prize em 1979, com Offshore. O seu último romance, A Flor Azul, o mais admirado de 1995, foi repetidamente eleito pela imprensa internacional como «Livro do Ano». Ganhou ainda o Circle Award, atribuído pela America’s National Book Critics, contribuindo para que se tornasse conhecida de um público mais vasto.

Reconhecida biógrafa e crítica, Penelope Fitzgerald escreveu ainda acerca da vida da poetisa Charlotte Mew e publicou a obra The Knox Brothers sobre o seu extraordinário pai — Edmund Knox, editor da revista Punch — e irmãos.

Fitzgerald faleceu em Londres em Abril de 2000, aos oitenta e três anos.

Informação Técnica

A Livraria

Tradução de Eugénia Antunes

PVP: 12,50 € • 174 Páginas


COLECÇÃO OS LIVROS DA MINHA VIDA

Teresa Patrício Gouveia elege Mrs. Dalloway

«Um clássico é um livro que nunca acaba de dizer o que tem para dizer». Italo Calvino

Proclamado pela revista Time como um dos cem melhores romances em língua inglesa do século XX, Mrs. Dalloway é a grande obra de Virginia Woolf, o primeiro dos seus romances a sair dos cânones tradicionais, adoptando a técnica da corrente de pensamentos com maestria.

Romance sobre o tempo e a desconexão da existência humana, Mrs. Dalloway faz coexistir, não só na mente das personagens que integram a obra mas também nas suas páginas, o passado, o presente e o futuro, lembrando o leitor que o tempo actual é influenciado pelo que o antecedeu e pelo que lhe sobrevirá.

Centrado em Clarissa Dalloway e ambientando no período pós Primeira Guerra Mundial, o livro eleito por Teresa Patrício Gouveia reflecte, na verdade, a história da crise de um indivíduo, de uma classe, de uma sociedade e do próprio romance. 

Não obstante o facto de ter sido publicado pela primeira vez em 1925, logo nas primeiras páginas, refere Teresa Patrício Gouveia no prefácio desta edição, «constatamos como o seu olhar (de Virginia Woolf) e a sua escrita são totalmente modernos».

Mrs. Dalloway é o quarto título da colecção «Os Livros da Minha Vida». Esta é uma colecção que visa destacar alguns dos livros que ao longo dos séculos marcaram a sua época, entraram para a História da Literatura e, por qualquer razão, se tornaram especiais para determinada personalidade pública.

Outros livros da colecção:


Informação Técnica

Mrs. Dalloway (Teresa Patrício Gouveia)

PVP: 11,95 € • 208 Páginas


O Grande Gatsby (Francisco Pinto Balsemão)

PVP: 11,95 € • 186 Páginas


A Ilha do Tesouro (Miguel Sousa Tavares)

PVP: 12,95 € • 266 Páginas


O Corsário Negro (Eduardo Marçal Grilo)

PVP: 12,95 € • 318 Páginas

terça-feira, 12 de julho de 2011

Um Ano à Beira-Mar - Obra autobiográfica inspira mulheres no mundo inteiro

UM ANO À BEIRA-MAR

Autobiográfico. Inspirador. Sem contra-indicações.


Este bestseller do New York Times tem inspirado milhares de pessoas em todo o mundo. Baseado nas experiências pessoais da autora, Um Ano à Beira-Mar é uma obra autobiográfica sobre o percurso de uma mulher até à auto-descoberta e auto-realização.
 
Quando o marido lhe comunicou que teria de mudar-se para outra cidade por razões profissionais, Joan Anderson soube instintivamente que não o acompanharia nessa mudança. O desgaste da relação e a saída de casa dos filhos de ambos apontavam-lhe outro caminho.
 
Foi então que decidiu passar uma temporada numa casa da família, junto ao mar. Quem sabe se algum afastamento da vida quotidiana, até aí inteiramente dedicada ao marido, aos filhos e ao lar, não seria aquilo de que estava a precisar? Quem sabe se o ritmo das marés não seria o tónico necessário para uma transformação interior que lhe devolvesse a auto-estima e o prazer de viver?
 
Durante o ano seguinte, Joan desfrutou da solidão, viveu novas experiências e aprofundou a sua própria personalidade. Descobriu o seu lado mais íntimo e determinada a sair do marasmo em que se encontrava decidiu tomar as rédeas do seu futuro. O resultado? Um livro inspirador e cheio de reflexões no qual os sentimentos assumem um protagonismo especial.
 
Sobre Joan Anderson
 
Joan Anderson é apresentadora de televisão, jornalista e autora de numerosos contos infantis, bem como do aclamado livro Breaking the TV Habit. Um Ano à Beira-Mar é a sua obra mais pessoal e um êxito de vendas, tendo permanecido 30 semanas na lista dos mais vendidos do New York Times.
 
Numa tentativa de partilhar o que aprendeu ao longo do ano que passou junto ao mar, Joan Anderson criou o programa «Fim-de-Semana à beira-mar», de forma a ajudar outras mulheres a explorar o essencial da vida e a desfrutar o momento presente.
 
Joan vive com o marido em Cape Cod, onde organiza os seus workshops. É ainda oradora frequente em palestras que versam os problemas das mulheres e o papel dos media nas nossas vidas.
 
Mais sobre a autora em http://www.joanandersononline.com/
 
Informação Técnica
 
Um Ano à Beira-Mar
 
Tradução de Carla Morais Pires
 
PVP: 13,50 € • 220 Páginas

quarta-feira, 6 de julho de 2011

ÁFRICA MINHA e Sombras no Capim juntos num único livro, pela primeira vez

ÁFRICA MINHA e SOMBRAS NO CAPIM

Duas das mais belas narrativas de Karen Blixen num único livro



«Em "África Minha", à boa maneira africana, Karen Blixen deixa-nos redescobrir o gosto de ouvir contar uma história.» António Marujo, Público

Hino a África e à vastidão das suas paisagens, retrato perfeito das cores, cheiros e gentes africanas, obra de culto, já muito se escreveu sobre África Minha. Mais do que um livro de memórias da autora, trata-se de uma homenagem a todo um continente.

Na obra, Karen Blixen descreve com detalhe os hábitos, culturas e rituais de somalis, massais e kikuius, por um lado, e o colonialismo inglês na África Oriental, tanto na perspectiva institucional como social, por outro. A isto se junta o retrato de um modo de vida em comunhão com a natureza e com aquilo que há de mais primitivo na humanidade e eis algumas das razões pelas quais o livro se transformou numa referência literária mundial.

Adaptado ao cinema por Sydney Pollack em 1985, com Meryl Streep e Robert Redfort nos papéis principais, também o filme alcançou o epíteto de uma das mais belas e comoventes películas da história do cinema.

Em Sombras no Capim, a continuação da história da autora na Quénia, Karen Blixen retoma a história cativante da sua vida no Quénia iniciada em África Minha. Com afecto e sensibilidade, estas histórias iluminam o seu amor tanto pelos africanos, pela sua dignidade e tradições, quanto pela beleza e exuberância das paisagens. Sombras no Capim é, assim, um capítulo final na apaixonante história de Karen Blixen sobre África.

Sobre Karen Blixen

Karen Blixen nasceu em 1885 na Dinamarca, de uma família nobre, e com o marido (Bror Blixen) partiu para Nairobi, onde em 1914 iniciaram uma plantação de café. Separou-se do marido em 1921 e manteve-se à frente da fazenda, com a ajuda do irmão Thomas durante os dois primeiros anos, e sozinha nos restantes oito. Neste período, Denys Finch Hatton viveu com Karen na fazenda.

Em 1931, falida a fazenda, e morto o companheiro num acidente de aviação, regressou à Europa. É na Europa que publica toda a sua obra, que para além de África Minha (1937) inclui Sete Contos Góticos (1934), Sombras no Capim (1960) e Anecdotes of Destiny (1958), de onde foi extraído o conto em que se baseia o filme A Festa de Babette (1987) do realizador dinamarquês Gabriel Axel. Karen Blixen morreu em 1962. As Cartas de África foram editadas postumamente, em 1981.

Informação Técnica

África Minha + Sombras no Capim

Tradução de Ana Falcão Bastos e Cláudia Brito

PVP: 16,90 € • 436 Páginas

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Obra vencedora do Orange Prize 2010 tem chancela Clube do Autor e já chegou às livrarias nacionais


«O livro mais maduro e ambicioso
que Barbara Kingsolver já escreveu.» Ӏ Washington Post

Distinguido com o Orange Prize, um dos prémios literários mais prestigiados do Reino Unido e eleito Melhor Livro do Ano por vários jornais de referência, o romance de Barbara Kingsolver foi também finalista do PEN/Faulkner Award.

Barbara Kingsolver é uma das mais prestigiadas autoras da actualidade. Bióloga de formação, gosta de documentar-se até à exaustão antes de iniciar cada romance e assim foi com este A LACUNA, um romance épico protagonizado por um homem dividido entre dois mundos.

Filho de mãe mexicana e de pai norte-americano, Harrison Shepherd nasceu nos Estados Unidos. Ainda menino mudou-se com a mãe para o México e foi aí que conheceu Diego Rivera, Frida Kahlo e León Trotsky, o grande líder político que, nessa altura, vivia exilado em terras mexicanas.

Atravessando um dos períodos negros da história da América e as décadas de 30, 40 e 50 no México, misturando personagens ficcionadas com figuras e acontecimentos históricos, A LACUNA é uma odisseia emocionante, rica e ousada sobre a forma como a História pode marcar o destino de cada um, não obstante as suas melhores intenções.

Sobre Barbara Kingsolver

Barbara Kingsolver é autora de sete obras de ficção, entre eles A Bíblia Envenenada (obra vencedora do Prémio Pulitzer) e Verão Pródigo, além de livros de poesia, ensaios e obras de não ficção. Os seus livros já foram traduzidos para mais de 20 línguas. Ao longo da sua carreira, Barbara Kingsolver foi distinguida com inúmeros prémios, fazendo parte da selecção dos «100 Melhores Escritores do Século XX» da Writer’s Digest.

Informação Técnica



A Lacuna
 Tradução: Eugénia Antunes

PVP: 18,90 € • 494 Páginas

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Opinião - OS EXPLORADORES EM ACÇÃO – Marina Santos

Sinopse

“Os Exploradores em Acção”, de Marina Santos e com ilustrações de Filipa Cabral, surge no seguimento do primeiro volume da colecção “Clube dos Exploradores”.

Na bonita vila azul da Ericeira, alguma coisa perturba a alegria da quadra do Natal: uma criança que precisa de ajuda e um grupo de assaltantes rondando.


quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Clube do Autor começa o ano com "A Ilha dos Encantos"


Mary Nickson, frequentemente comparada a Rosamunde Pilcher, estreia-se em Portugal com A Ilha dos Encantos, uma narrativa sobre os contrastes do amor e o poder da amizade na paradisíaca ilha de Corfu.

Feito de histórias de afecto, recordações, esperança no futuro e acertos de contas com o passado, A Ilha dos Encantos tem como protagonistas Victoria, órfã desde os seis anos, e Evanthi, sua avó e dona da casa veneziana onde Victoria passava as suas férias, até casar com Richard.

Com a repentina e inesperada morte do marido, e mergulhada numa profunda depressão, Victoria decide abandonar a localidade onde vive, e refugiar-se na saudosa casa veneziana da avó. Aí, na idílica ilha do mediterrâneo, Victoria parece ter encontrado forças para superar a dor do luto e refazer a sua vida. Mas para enfrentar o futuro é preciso averiguar a verdade sobre o passado…

Ambientado num mediterrâneo intocado, na essência da alma grega e ao estilo das grandes sagas familiares, A Ilha dos Encantos é um romance escrito de forma notável e com desmedida sensibilidade.

Sobre A Ilha dos Encantos

«Uma estreia em grande.» Ӏ Rosamunde Pilcher

Sobre Mary Nickson

«Mary Nickson é uma talentosa contadora de histórias.» Ӏ Sunday Telegraph

A escritora Mary Sheepshanks, que também escreve com o seu nome de solteira Mary Nickson, nasceu e cresceu em Eton College, onde o seu pai dava aulas, mas passou todas as férias da sua infância em casa dos avós, em Snowdonia, no campo, paixão que lhe ficou até hoje e que se revela nos seus livros. Viu o seu primeiro poema publicado quando tinha dezassete anos embora escrevesse desde tenra idade. O seu nome figura em várias antologias e revistas de poesia e em jornais como o The Spectator, The Times ou Yorkshire and Farmers Weekly.

Em 1995, após a morte do marido, a quem prometera levar a paixão pela escrita adiante, publicou o seu primeiro romance. A Ilha dos Encantos está traduzido para várias línguas e todos os seus romances têm sido bem aceites pela crítica.

Vive actualmente em Perthshire, na Escócia. Tem três filhos e vários netos.

NOITES BRANCAS

A Ilha dos Encantos é o primeiro livro da nova chancela da editora Clube do Autor, Noites Brancas, uma marca vocacionada para o designado romance feminino.

Informação Técnica

PVP: 17,95 € • 524 Páginas